Kuntanawa - Povo do coco

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Seguindo a historia dos Kuntanawa

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II Festival Cultural Corredor pano 2011

Posted by kuntanawa on November 30, 2011 at 8:30 PM Comments comments (0)

O II Festival Cultural Corredor Pano realizado  entre os dias 15 a 20 de julho de 2011 , reuniu cerca de 300 pessoas, entre elas indígenas de mais de dez etnias do Acre e Amazonas, jornalistas, pesquisadores, produtores de cinema e representantes do governo. A celebração aconteceu na aldeia Kuntamanã, no rio Tejo, em Marechal Thaumaturgo.

Durante os cinco dias de festa, os presentes puderam reviver tradições que marcam o centenário de descobrimento do povo Kuntanawa pelos “não-índios”.Rituais, danças, pescaria e pinturas corporais foram as principais atividades realizadas durante o evento, que teve como objetivo proporcionar às etnias presentes um intercâmbio cultural desses povos que têm o Pano como tronco linguístico.

Haru Xynã Kuntanawa é o organizador do evento juntamente com a Organização dos povos Indigenas do Rio Juruá -OPIRJ,  em sua segunda edição, participou de todas as atividades e afirmou que a festa vai se tornar maior a cada ano e aproximar os povos cada vez mais, fortalecendo um ideal de preservação ambiental e a cultura de seu povo.

“O objetivo deste festival é muito mais do que uma simples festa, é o fortalecimento da espiritualidade através de reflexões com medicina sagrada, recuperando nossas origens e promovendo contato positivo e próspero entre todos os povos indígenas e não-indígenas”, reforçou Kuntanawa.

Na aldeia Kuntamanã, local considerado sagrado, também houve uma reunião entre diversas secretarias do governo, o assessor para os povos indígenas Zezinho Kaxinawá e todos os representantes das etnias presentes, para discutir as políticas voltadas aos povos da floresta e as melhorias já feitas em suas terras pelo governo do Estado.

 

Durante os cinco dias de festa, os presentes puderam reviver tradições que marcam o centenário de descobrimento do povo Kuntanawa (Foto: Diego Gurgel)

O evento, que teve o apoio do governo do Estado na logistica , SETUL proponete e a OPIRJ realização juntamente com a comunidade do povo Kuntanawa que organizou toda a estrutura para receber o evento. No último dia uma cerimônia feita pelos índios como despedida da delegação do governo presente à aldeia, com muita dança.

Cerimônia do Fogo Sagrado - Groelandia

Posted by kuntanawa on June 26, 2011 at 9:39 AM Comments comments (0)


A Cerimônia do fogo sagrado foi  realizado na Groelândia, sendo um marco na vida dos povos esquimó, onde o fogo sagrado foi acesso, sendo que este ritual não fazia a mais dez mil anos. O fogo tem significado de despertar para o mundo, pois o gelo está derretendo.Os anciões dizem que um dia, quando o "Grande Gelo" começar a derreter, é sinal de que o mundo estará em grande perigo e, quando o mundo mais precisar, o Fogo Sagrado voltará para a Casa do Povo do Topo do Mundo" .Para derreter a neve no coração do homens de gelo. Para fazer florescer o amor, a compreensão e para chamar a atenção do derretimento do gelo polar.

 


Haru Participa da manifestação contra Belo Monte!

Posted by kuntanawa on February 7, 2011 at 10:29 PM Comments comments (0)

Movimentos protestam contra licença para a construção do complexo de Belo Monte

In Brasil, In ecologia, In luta popular .

Quarta-feira, 03 de março de 2010

Manifestantes em frente à sede do Ibama, que concedeu licença prévia para a construção da hidrelétrica de Belo Monte, no centro do Rio.

 

O Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o governo federal, concedeu uma licença prévia para a construção da primeira represa gigante ecologicamente irresponsável no Estado do Pará, o Complexo Hidrelétrico de Belo Monte, no Rio Xingu. A licença permitirá a abertura de concorrência para grupos empresariais.

Um grupo formado por ambientalistas e manifestantes de diversos movimentos sociais realizou,no dia 24 de fevereiro, uma manifestação em frente a sede do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), no Rio de janeiro, contra a licença prévia concedida pelo governo federal para a construção da usina de Belo Monte. O ato foi organizado pela internet, nas vésperas do carnaval.

Os manifestantes denunciaram que serão feitas mais de quatro usinas na região. A população local e mais de 23 mil índios que vivem no Xingu serão deslocados. Trata-se de um projeto do Governo Militar dos anos 70, um “projeto frankstein”, que já foi remexido, a fim de atender às demandas do Plano de Aceleração do crescimento (PAC). De acordo com integrantes do movimento, o projeto busca também garantir energia para o desenvolvimento de indústrias, por , as de alumínio. A empresa Vale, ao entrar na disputa do leilão, mostrou o seu entusiasmo. Nos últimos 30 anos o projeto vem sofrendo resistências de ONGs, populações indígenas e outros setores da sociedade civil.

 

Certificado elaborado pelos movimentos sociais criticando a deliberação do presidente do Ibama, Roberto Messias Franco. Foto: Gabriel Bernardo/FazendoMedia.

O ambientalista carioca Pedro Henrique Torres ressaltou que o licenciamento não significa ainda a derrota dos movimentos que não aceitam o projeto. “Pela primeira vez o sudeste está mostrando ao governo que conhece que essa decisão não respeita os procedimentos técnicos do Ibama e da legislação ambiental brasileira. O governo não pode atropelar a Legislação Ambiental Brasileira. A manifestação é um alerta de que o licenciamento técnico da Usina de Belo Monte não finaliza como um processo consumado; é apenas uma licença prévia que pode ser revertida”, afirmou.

Para reforçar as reivindicações, os manifestantes leram uma carta na qual técnicos do Ibama afirmam que não tiveram a possibilidade de aprofundar análises sobre as questões indígenas. Relataram também estudos apresentados por especialistas de instituições universitárias de peso, nos quais é afirmado que o projeto não contempla a biodiversidade e as condições da vida da população do trecho da vasão reduzida. Outra presença importante no ato foi a da liderança indígena da Amazônia e Embaixador da Embaixada da Paz Mundial (instituição vinculada à ONU) Haru Kuntawa, que informou que solicitará à ONU uma intervenção no Parque Xingu.

A Cobertura Midiática

A cobertura da mídia contribui com o discurso desenvolvimentista do governo ao enfatizar que a Usina de Belo Monte terá capacidade de gerar o equivalente a 10% do consumo energético brasileiro, o que atenderá o crescimento do país nas próximas décadas. Pode-se dizer até mesmo que o projeto irresponsável de Belo Monte é o principal empreendimento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo Lula.

Em uma matéria do Portal IG, Último Segundo, há dois meses, o presidente da Eletrobrás, José Antonio Muniz Lopes disse que “Belo Monte é o projeto estratégico mais importante para o futuro próximo do País”. No Jornal Folha Online do dia 1° de fevereiro, o ministro Carlos Minc afirmou que “não vai haver um desastre para a população. Haverá impactos, que serão monitorados e compensados de várias outras formas”.

 

Faixas e cartazes dos cerca de 50 manifestantes no protesto contra a construção da usina de Belo Monte. Foto: Gabriel Bernardo/FazendoMedia.

A cobertura da grande mídia informa os impactos ambientais que Belo Monte sofrerá sob verborragia das falas das autoridades governamentais. O que pouco se noticia é sobre as mudanças de vida da população que vive em áreas indígenas próximas a Altamira e na beira do Xingu. Além dos impactos que haverá na diminuição da vazão do rio, devido ao efeito da usina sobre o transporte da região, já que o rio dá acesso às aldeias.

Também existe a preocupação com a mudança na biodiversidade. Os mais críticos falam no risco de aumento de doenças como a malária. Será que as medidas compensatórias – “mendigatórias” – atenderão tais demandas? Ou até mesmo uma espécie de bolsa índio atende a nova ordem ambiental?

“A Hidrelétrica do Xingu será um dos maiores desastres ambientais, e principalmente para as comunidades indígenas”

 

Haru Kuntawa, liderança indígena da região do Acre, relata ao Fazendo Media as consequências para a população local com o empreendimento do governo federal na região.

Por que o senhor saiu do Acre para acompanhar uma manifestação no Sudeste?

Sou uma liderança indígena da Amazônia, do Acre, e embaixador de Paz da [embaixada] mundial, instituição que representa 181 países e é vinculada à ONU. Nós estamos nos juntando em defesa da floresta, estou aqui para contribuir e discordar desta medida prévia que o Governo tomou. A Hidrelétrica do Xingu será um dos maiores desastres ambientais, e principalmente para as comunidades indígenas.

E por que vir para o Sudeste, se o fato é no Acre?

A terra ela é toda ligada, não importa onde seja. Nós precisamos nos preocupar porque são seres da Terra. Essa questão de país para mim é muito pequena.

Qual será o impacto para os povos indígenas do Xingú com a construção desta usina Belo Monte ?

Quando se fala em Parque do Xingu, esta construção afetará várias comunidades indígenas. A barragem inundará várias comunidades e para onde vão estes povos que estão na região milenarmente? Estes povos precisam ter seu direito respeitado, e o governo brasileiro não está respeitando.

Foi criada uma lei em uma convenção da UIP [União Interparlamentar -organização internacional dos parlamentos] que todos os povos indígenas precisam ser consultados para quaisquer construções que afetam de forma direta ou indireta suas vidas. Vou escrever uma carta para a ONU, pedindo sua intervenção no Parque Xingu.

Como será a intervenção da ONU?

Vou pedir a vinda do relator da ONU para debater essa questão e pedir a intervenção dos países aliados à causa indígena. Uma coisa é pensar em energia, a outra é pensar na quantidade de vida que essa energia irá prejudicar, como no caso desta hidrelétrica. Estou muito surpreso com essa licença que o Ibama deu recentemente, e por isso estamos nos manifestando.

Noticia vinculada por Gabriel Bernardo ao Fazendo Media, 02.03.2010

Postado por Parrudo às Quarta-feira, Março 03, 2010

Erra no texto original o editor escreve Haru com uma liderença do Xingu, o certo é do Acre.

V Encontro de Cultural e I Jogos da Celebração

Posted by kuntanawa on February 7, 2011 at 10:06 PM Comments comments (5)

União dos povos marca o encerramento do Encontro de Cultura Indígena

 

 

União dos povos marca o encerramento do Encontro de Cultura Indígena

Viviane Teixeira

Valorização das tradições, intercâmbio de informações e emoção do reencontro fizeram do evento um momento único.

Manifestações culturais, vestimentas tradicionais e a emoção de encontrar ou reencontrar os parentes marcaram a solenidade de encerramento do quinto Encontro de Culturas Indígenas do Acre e do primeiro Jogos da Celebração. Os representantes das quinze etnias que participaram do evento iniciaram os preparativos para a festa logo no início da tarde de terça-feira, 14. Eles vestiram seus trajes tradicionais e se pintaram entoados por seus cantos.

Depois de tudo preparado, as delegações se reuniram na Arena do Barão, espaço que foi destinado à realização de práticas esportivas e de encontro das comunidades indígenas. Os participantes receberam das mãos dos anfitriões do evento, o povo Puyanawa, as medalhas de participação e premiação dos primeiros Jogos da Celebração.

Francisco Pianko, assessor especial do Governo do Acre para Assuntos Indígenas, falou da oportunidade de os povos estarem reunidos durante os cinco dias para apresentar suas culturas, trocar experiências e principalmente como forma de manter vivas as práticas e os conhecimentos tradicionais. “A organização apenas ajudou os indígenas a se encontrarem e fazerem suas conversas, suas danças. Nossa avaliação não poderia ser melhor: a felicidade da população indígena do Acre prova que acertamos em realizar o encontro nesta terra.”

A solenidade de encerramento foi outro momento de apresentação das mais diversas manifestações culturais, no qual cada etnia mostrou o que faz dos povos indígenas a tradução da diversidade e da riqueza cultural do Acre.

Para Moisés Piyãko, índio Ashaninka, o encontro proporcionou o fortalecimento das culturas indígenas do Estado, além de incentivar algumas etnias a voltar a praticar algumas tradições que já foram perdidas. “Aqui conhecemos as tradições de vários povos. O fortalecimento da tradição promove o renascimento das comunidades indígenas.”

A realização do quinto Encontro de Culturas Indígenas do Acre e os Jogos da Celebração contou com o envolvimento de noventa pessoas de órgãos estaduais e federais em sua organização. No período de 10 a 14 de outubro, todas as atenções foram voltadas para que o momento de celebração pudesse acontecer.

Foram mais de 400 indígenas representando as 15 etnias do Acre e do sul do Amazonas. Durante a reunião de avaliação do evento, a maior parte dos indígenas destacou o fato de o encontro ter sido realizado em uma terra indígena.

Para a liderança do povo Kuntanawa, Haru Xyña, o encontro representa a oportunidade de manter e resgatar a cultura das comunidades indígenas. “Compartilhar informações desperta o interesse pela própria cultura e incentiva a valorização da diversidade. A união de nossos povos representa a força de nossos espíritos”, conclui Haru Xyña.

Uma das formas encontradas para manter as tradições e resgatar as práticas culturais foi a inclusão do ensino diferenciado dentro das aldeias. Através dele as comunidades indígenas têm trabalhado em dos objetivos do Encontro de Culturas Indígenas realizado de 10 a 14 de outubro na terra indígena Puyanawa, que é manter vivas as tradições indígenas. E nesse sentido falar na língua de origem é primordial. “Nossos filhos aprendem as duas línguas, e isso é muito importante”, destacou Joel Poyanawa. Através do ensino diferenciado os professores também ficam responsáveis por repassar os conhecimentos tradicionais aos mais novos. “A formação continuada tem a potencialidade de transmitir para os alunos a identidade indígena. Os jovens assumem a missão se dedicando à cultura, tradição e crença.”

No encerramento, uma grande roda foi formada por todos os participantes simbolizando a união, encontro e reencontro de parentes. A cantoria dos povos Ashaninka marcou o momento em que as etnias se misturaram formando pares e rodas para celebrar o encontro.

Uma semente de cedro foi plantada como forma de lembrar da importância da floresta para a humanidade. “Devolver à terra o que tiramos dela. Só a natureza é capaz de repor nossas energias. Vamos lembrar desses momentos por toda nossas vidas”, finalizou o cacique do povo anfitrião José Luiz, na língua indígena Puwê.

Publicado por Voz do Norte às 13:50 0 comentários

Viviane Texeira

 

 

Reconhecimento Internacional

Posted by kuntanawa on February 5, 2011 at 4:57 PM Comments comments (0)

Cultura Indígena brasileira se destaca em evento francês

Os indígenas brasileiros Haru e Matsini, representantes dos povos Pano Kuntanawa e Yawanawa, respectivamente, participaram de palestra realizada na França sobre a Biodiversidade na Europa. O evento, que aconteceu durante o último mês de novembro, foi organizado pela Alter Eco, entidade francesa que defende uma visão diferente do comércio e da relação da sociedade com a terra.

Durante a explanação, Haru e Matsini destacaram que o trabalho realizado pelos povos Pano no Brasil está ligado a valorização de suas culturas. Eles acreditam que aprenderam a cuidar melhor do meio ambiente ao levar em consideração os ensinamentos tradicionais de seus ancestrais. Lembraram, ainda, que cada etnia possui projetos individuais, porém pensam no coletivo.

Os indígenas fizeram uma bela apresentação musical durante a palestra.

Fonte : MinC

 

Tobamento da Ayahuasca como bem imaterial

Posted by kuntanawa on September 1, 2010 at 1:27 PM Comments comments (0)

Tombamento da Ayahuasca


Indígenas reivindicam participação no projeto que está no Iphan

Os indígenas dos povos Pano, situados no estado do Acre, reivindicaram, nesta sexta-feira (27 de agosto), durante audiência com o secretário executivo do Ministério da Cultura, Alfredo Manevy, a participação no processo de tombamento da Ayahuasca como bem imaterial. O projeto está em análise no Instituto doPatrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC).

“Vamosreconhecer o uso religioso da Ayahuasca, mas relacionado com a sua dimensão cultural. E a participação das lideranças indígenas nesta discussão é fundamental, tendo em vista que eles são os protagonistas de sua utilização, e foram eles que permitiram a difusão do seu uso para fins religiosos”,justificou Manevy. O secretário executivo determinou que as Secretarias da Identidade e da Diversidade Cultural (SID) e de Políticas Culturais (SPC)acompanhem o andamento do processo de tombamento no Iphan/MinC.

FestivalCultural

Durante oencontro, no qual estiveram presentes os secretários da SID, Américo Córdula, edo Audiovisual, Newton Cannito, além do chefe de gabinete da SPC, Fábio Kobol,Haru Xinâ Kuntanawa, presidente do Instituto Guardiões da Floresta, apresentouum filme-relatório do 1º Festival Cultural Corredor Pano, realizado naaldeia Kuntananã, próximo ao município de Marechal Taumaturgo, de 26 a 31 dejulho de 2010. 


O evento,apoiado pela SID/MinC, contou com a participação de cerca de 300 pessoas -entre índios e não índios - e reuniu integrantes das 12 aldeias da etnia Pano existentes no Brasil. No encontro, que teve como objetivo a integração e o resgate das tradições culturais dos povos Pano, também estiveram presentes lideranças do povo Ashaninka (Acre), além de lideranças ancestrais da etnia Esquimós da Groelândia.

Shaneihu Yawanawa, outra liderança dos povos Pano, e pertencente a etnia Yawanawa, pediu apoio do MinC para a realização do IX Festival Yawa - Pano. A nona edição do evento, que acontecerá de 25 a 30 de outubro, na aldeia Nova Esperança, localizada nas proximidades do município de Tarauacá, no Acre, pretende dar continuidade ao processo de fortalecimento da cultura tradicional indígena dos povos Pano. O festival vem sendo realizado desde 2002, com atividades culturais durante o dia e cerimônias religiosas no período noturno.

“Aproveitamosesses encontros para reafirmar nossa cultura e os costumes tradicionais do nosso povo”, lembrou Haru.

Ele acredita que a integração dos povos Pano, por meio dos festivais e das atividades culturais, facilitará a aproximação com ospovos de outras nações (etnias). “Queremos criar um processo de paz com outros povos, e, ao mesmo tempo, expandir nossos conhecimentos que não pertence apenasa os indígenas, mas faz parte da história cultural do Brasil”, argumentou.

(Texto:Heli Espíndola)

(Fotos: Rodrigo Coimbra)

(Comunicação Social/MinC)

 

 



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